Dez anos dentro de sistemas
onde errar custava caro
Sou Pedro Seixas, engenheiro de software e fundador da Matrix. Antes de abrir a empresa, passei uma década em previdência, siderurgia, educação e marketing — sistemas grandes, com regra de negócio densa e gente dependendo deles todo dia.
Quando você contrata a Matrix, é comigo que você fala. Esta página existe para você saber de onde eu venho antes de decidir.
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Onde eu aprendi isso
Não é lista de cargo. É o que estava quebrado e o que mudou.
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2013 — 2015 AtTime
A primeira grande modernização
Um sistema de previdência, seguros, empréstimos e operações de ativos rodando sobre layout de tabela e imagem fatiada. Reconstruí a arquitetura de interface inteira e migrei para uma estrutura responsiva que continua em uso até hoje, uma década depois.
Foi aqui que aprendi que refatorar é entender regra de negócio antes de tocar em código: previdência não perdoa aproximação. No backend, VB.NET e SQL Server, com procedures sustentando a lógica de domínio.
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2015 — 2017 Primetals Technologies
Siderurgia, onde número errado para a linha
Sistemas web para operação em metalurgia e siderurgia, sustentando otimização de custo e análise operacional de clientes industriais de grande porte. Confiabilidade e exatidão não eram meta: eram requisito.
Trabalhei backend em C# e ASP.NET, procedures em SQL Server e frontend em HTML5, CSS3 e JavaScript — em plena migração de navegador, o que exigiu estratégia de compatibilidade. Participei da análise de performance e dos testes, reduzindo gargalos em fluxos com muito dado.
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2018 — 2019 TOTVS
Portais educacionais e dívida técnica
Plataformas educacionais de larga escala, com regras de negócio complexas e altamente acopladas. Além das demandas de manutenção, foquei em consistência arquitetural entre módulos, reduzindo dívida técnica e separando responsabilidades nas camadas da aplicação.
Modernizei partes do frontend em AngularJS integrando com serviços .NET Core e procedures SQL Server, sempre analisando o fluxo das regras antes de mexer — em sistema acoplado, o risco não é o bug novo, é a regressão silenciosa.
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2019 — 2020 Avenue Code
Montadora global, dentro de um CMS corporativo
Projeto corporativo para uma montadora global, construindo frontend em Vue.js dentro do ecossistema Adobe Experience Manager. Interfaces modulares e orientadas a componente, alinhadas ao design system da empresa.
Trabalhar dentro de AEM exigiu alinhar arquitetura de frontend com a estrutura de gestão de conteúdo — abstração de componente e estratégia de integração pesam mais que a tela em si. Foi onde aprendi a operar dentro de estrutura corporativa grande, com time distribuído e padrão alto.
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2020 — 2021 TOTVS
De volta, agora pela arquitetura
Segunda passagem pelas plataformas educacionais, desta vez com foco na evolução contínua e na integridade da lógica de negócio entre módulos. Analisei e refatorei fluxos críticos para melhorar manutenibilidade e reduzir risco de regressão num sistema com legado extenso.
Backend, frontend e procedures em SQL Server, com ajustes orientados a performance para acompanhar a demanda crescente. Trabalhei próximo de produto e das áreas de negócio, para que a solução técnica sobrevivesse ao próximo ano.
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2021 — 2023 Rock Content
Backbone.js para React, sem parar o sistema
Migração incremental de módulos legados em Backbone.js para estruturas em React, num produto grande e em produção. Antes de migrar, mapeei e fiz engenharia reversa das entidades de domínio da arquitetura antiga — sem isso, refatoração vira aposta.
No mesmo período atuei em conformidade WCAG e ADA nos componentes, onde acessibilidade não era enfeite e sim requisito. Revitalizei páginas legadas com SVG e animação em CSS sem custo de performance, e otimizei ferramental interno em PowerShell para acelerar a validação de componentes do time.
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2023 — hoje Matrix
Estudar o que o dia a dia de produto não deixa
Saí para construir a Matrix e para investigar com calma o que prazo de sprint raramente permite: performance medida em campo e não em laboratório, decisão de arquitetura que começa no banco, acessibilidade além do checklist.
A parte que dá para conferir está no blog — artigos dissecando problema real de sistema em produção, do índice que o Postgres decide ignorar ao INP que o Lighthouse não enxerga. É o mesmo tipo de investigação que entra em projeto de cliente.
Ler os artigos →
O que se repete
Olhando de longe, é sempre a mesma coisa.
Sistema legado que precisava evoluir.
De layout em tabela a módulo em Backbone. Nunca foi reescrever do zero — foi migrar incremental, sem derrubar o que já estava rodando e dando dinheiro.
Regra de negócio densa.
Previdência, siderurgia, educação. Domínios em que a regra não é detalhe da tela: é o produto. Aprender o negócio antes de tocar no código deixou de ser opção.
Banco de dados no meio do caminho.
SQL Server em quatro das seis experiências, com procedure sustentando lógica de domínio. É por isso que performance, para mim, começa na query e não no CSS.
Papel assinado
Formação
- Sistemas de Informação Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Certificações
- Scrum Foundation Professional (SFPC) CertiProf
- OWASP Top 10 Segurança de aplicação web
- Test Automation Foundations Automação de testes
Idiomas
- Português Nativo
- Inglês Profissional — leitura, escrita e reunião
E é isso que a Matrix faz agora
Sistema grande, regra de negócio complexa, código que alguém precisa manter depois. É o que eu faço há dez anos — a diferença é que agora você fala comigo direto, sem camada de gerente no meio.